‘Quando o povo quer mudança, não importa o que o governador tente fazer’, diz Sandro Régis após ACM Neto liderar nova pesquisa

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Foto: Divulgação/Arquivo
O deputado estadual Sandro Régis (União Brasil) 07 de outubro de 2025 | 19:45

‘Quando o povo quer mudança, não importa o que o governador tente fazer’, diz Sandro Régis após ACM Neto liderar nova pesquisa

O deputado estadual Sandro Régis (União Brasil) afirmou que a ampla vantagem de ACM Neto (União Brasil) na corrida ao governo da Bahia só reforça a vontade soberana do povo baiano por mudança em 2026.

De acordo com a pesquisa Apex Partners/Futura Inteligência, divulgada nesta terça-feira (7), Neto tem 48,6% das intenções de voto contra 34,2% do governador Jerônimo Rodrigues (PT). Em seguida, aparecem João Roma (PL), com 5%, Kleber Rosa (PSOL), com 1,8%, e José Carlos Aleluia (Novo), com 0,7%. Os eleitores que afirmaram não votar em ninguém, branco ou nulo somam 5,4%, enquanto 4,3% não souberam ou não responderam.

“Não tem jeito, quando o povo quer mudança, não importa o que o governador tente fazer. A verdade é que o povo saturou desses 20 anos de PT, cansou de um governo que apresenta mais desculpas que resultados”, destacou Régis.

ACM Neto também lidera a disputa no cenário que inclui o ex-prefeito de Jequié, Zé Cocá (PP), e pontua 49,4%, contra 30,9% de Jerônimo. Zé Cocá tem 2,5%, João Roma 4,5%, Aleluia registra 1,8% e Kleber Rosa 1,3%.

“Está muito evidente que a população enxerga em ACM Neto o futuro e a esperança de dias melhores para tirar a Bahia desse quadro devastador. Não é possível aceitar que a Bahia tenha hoje os piores indicadores do Brasil”, pontuou Sandro Régis.

A pesquisa também verificou projeções de eventual segundo turno, no qual ACM Neto teria 67,7% em caso de confronto direto com João Roma, com 11,3%. Na disputa com Jerônimo, ACM Neto mantém a dianteira com 54,8% contra 38,5% do petista. Na última projeção, o governador ficaria à frente se disputasse com João Roma, tendo 52,9% contra 26,5% do ex-ministro.

A pesquisa ouviu 1 mil eleitores entre os dias 1º e 3 de outubro. A margem de erro é de 3,1 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.



Fonte: Política Livre

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