Conheça o segredo para evitar dores após os festejos de Carnaval

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Uso de calçados inadequados é uma das principais causas de dores pós-Carnaval –

Horas em pé, caminhadas longas, muita dança e pouco tempo de descanso: durante o período de Carnaval, essa passa a ser a rotina de muitas pessoas, o que se reflete em dores no joelho, na coluna e em outras articulações após os festejos.

Especialistas explicam que o excesso de esforço físico associado à privação de sono, desidratação e movimentos repetitivos cria o cenário ideal para inflamações musculares e articulares. Sendo assim, o que pode ser feito para evitar que a curtição no Carnaval se transforme nos recorrentes desconfortos físicos que atrapalham a rotina do folião?

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Os maiores vilões

Uma das piores coisas para quem quer curtir a folia do Carnaval é o uso de calçados inadequados e desconfortáveis, que podem desencadear dores não somente nos pés, mas também em regiões como os joelhos e a coluna. Além disso, saltos frequentes e carregar peso também podem ser fatores prejudiciais.

O consumo de álcool também entra como fator indireto, já que reduz a percepção de cansaço e aumenta o risco de movimentos bruscos e pequenos traumas.

Ainda, a falta de hidratação – que muitas vezes vem acompanhada do excesso de álcool – compromete o desempenho muscular e favorece câimbras, contraturas e dores persistentes. Quando os músculos estão cansados, deixam de cumprir bem sua função de estabilizar as articulações, transferindo a carga para ligamentos, tendões e cartilagens.

Em resumo, as principais orientações para curtir o Carnaval sem ter preocupação com dores são:

  • Hidratar-se constantemente
  • Usar calçados confortáveis
  • Intercalar períodos em pé com descanso
  • Evitar carregar peso excessivo
  • Respeitar os limites do corpo
  • Manter rotina regular de exercícios ao longo do ano

Nem toda dor pós-folia é inofensiva.

Alguns sinais de dor após os festejos podem indicar lesões mais sérias ou agravamento de doenças ortopédicas, exigindo a necessidade de avaliação especializada:

  • Dor intensa ou que não melhora com o passar dos dias
  • Inchaço importante
  • Limitação de movimento
  • Sensação de travamento nas articulações
  • Formigamento, perda de força ou dor irradiada para braços ou pernas

O que fazer nos primeiros dias de dor

Nos casos leves, a recomendação é repouso relativo, redução das atividades que provocam dor e aplicação de gelo nas primeiras 48 horas para controlar a inflamação. Se não houver melhora em poucos dias, ou se os sintomas forem intensos, o ideal é procurar um ortopedista.

O especialista também alerta para erros comuns, como automedicação sem orientação, uso excessivo de anti-inflamatórios, insistir em atividades físicas mesmo com dor e aplicar calor em fases inflamatórias agudas.



Fonte: A Tarde

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