Objetivo do projeto é encontrar pessoas, organizações e empreendedores que já tenham iniciativas em curso –
Empreendedores individuais, micro e pequenos; guias especializados; donos e gerentes de hospedagem; investidores nos ramos de mobilidade, culinária, educação ambiental e tantos outros. Estes são alguns dos protagonistas dos avanços do turismo, agora em vias de acelerar o desenvolvimento, mediante acesso a recursos federais.
Trata-se do projeto Mais Brasil, mais crédito, com projeções de liberar até R$ 300 milhões para a Bahia, graças ao Fundo Geral do Turismo (Fungetur). Foi o governador Jerônimo Rodrigues quem projetou este montante de financiamento, atendendo a toda a rede produtiva de um setor em escalada desde o controle da pandemia, saindo de zero cliente para as atuais multidões.
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Não disse à toa o chefe do Executivo: a cifra é compatível com a capacidade de um estado da federação visitado por 4 milhões de estrangeiros de 70 países. Também se deve a este perfil a escolha do ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, de lançar em Salvador a campanha para impulsionar a atividade.
O total de recursos para todo o país chega a R$ 826 milhões, um dinheiro por si, eloquente, no entanto, seria frágil, sem estratégia inteligente de distribuição. Neste aspecto, pede-se bis para os louvores e elogios a convergência na busca de pulverizar recursos, visando ampliar a participação de toda a rede articulada.
Fica fácil formar crença no êxito da iniciativa quando se sabe da importância de repartir a robusta verba com os mais diversos segmentos. Não há como desafiar a verdade soberana em toda a mecânica de apropriação do resultado do labor das diversas categorias. Ei-la: é o trabalho que gera valor, como atualização da potência humana de transformar a realidade, graças à produtividade da mão de obra.
Mais gente com acesso aos incentivos, multiplicando-se oportunidades, representa ambiente próspero e lucrativo. Atende, assim, em contorcionismo admirável, o plano de fomento, espalhando condições para os pequenos e micro, sem prescindir dos experientes gestores.