Fé não impede agressões e cristãs sofrem mais em casa; veja

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As mulheres cristãs sofrem mais violência no país –

O índice de agressões contra mulheres cristãs tem crescido cada vez mais ao longo dos anos no Brasil. Em 2025, cerca de 42,7% das mulheres que se identificam como evangélicas e 35,1% das que se identificaram como católicas foram violadas.

Os dados foram divulgados na pesquisa Visível e Invisível: a Vitimização de Mulheres no Brasil, realizada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública em parceria com o Instituto Datafolha.

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O documento trouxe um panorama completo da violência contra a mulher no Brasil e a influência da religião na vida das vítimas, que pode ser prejudicial ou de acolhimento.

Ações de combate a violência em Salvador

Secretária Municipal de Políticas para Mulheres, Infância e Juventude, Fernanda Lordelo alegou que a prefeitura de Salvador vem adotando medidas para conter o crescimento destes números.

“A violência doméstica e familiar acontece em todos os espaços. Não é porque você está no ambiente de uma instituição, de uma igreja evangélica, uma igreja católica, um terreiro de matriz africana, um centro espírita, que você está protegida”, disse ela.

Então nosso trabalho tem sido a propagação do combate à violência de forma plena e irrestrita, sem estereotipar espaços, mas trazendo a conscientização adequada para que todas as pessoas saibam como se proteger e como identificar a violência”, completou.

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Caminhada contra o feminicídio

Ciente da gravidade da situação, algumas líderes religiosas se reuniram para criar uma caminhada em prol da integridade física e psicológica dessas vítimas de agressão e feminicídio.

Chamada de ‘I Caminhada de Mulheres Evangélicas contra o Feminicídio’, o evento acontece no dia 07 de março, a partir das 10h, saindo do Campo Grande em direção à Praça da Piedade.

A caminhada faz parte de um conjunto de ações organizadas pelo grupo Mulheres Evangélicas contra o Feminicídio, fundado a partir do convite da pastora Gicélia para uma mobilização que marcasse a presença do segmento na luta contra o feminicídio.



Fonte: A Tarde

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