Governo deve criar novo Bolsa Família, antecipam economistas

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Economistas avaliam que o Brasil reúne condições favoráveis para desenvolver uma nova versão do Bolsa Família, com aprimoramentos baseados na experiência acumulada desde a criação da política de transferência de renda.

A discussão ocorre em meio a iniciativas de organizações como o J-PAL, que atua em parceria com governos para testar e implementar políticas públicas mais eficazes. Para especialistas como Esther Duflo e Abhijit Banerjee, o foco não deve ser questionar o programa atual, mas pensar em versões futuras mais eficientes, capazes de ampliar o impacto social.

Enquanto o debate avança no campo técnico, o modelo atual segue em funcionamento em larga escala. Hoje, cerca de 18,9 milhões de famílias recebem o benefício, com valor médio de R$ 678,22 por mês. O programa também inclui adicionais, como o Benefício Primeira Infância e a Regra de Proteção, que permite a permanência temporária mesmo após aumento de renda.

Especialistas destacam que eventuais mudanças precisarão equilibrar responsabilidade fiscal e efetividade social. A criação de um “novo Bolsa Família” dependerá de testes, análises e decisões políticas, além de considerar fatores como o avanço tecnológico e as transformações no mercado de trabalho, que podem impactar diretamente a renda da população.

Com informações do Mix



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