O jovem Igor Zampieri, que teve o nome associado ao caso da morte do cão comunitário Orelha, voltou a se manifestar publicamente pela primeira vez desde o início da investigação. Em um vídeo publicado nas redes sociais, ele afirmou que foi “condenado pela opinião pública” e decidiu apresentar sua versão dos fatos após o arquivamento do inquérito.
Segundo Igor, a repercussão do caso provocou impactos em sua vida pessoal e familiar. No vídeo, ele afirma que foi alvo de julgamentos nas redes sociais e nega qualquer envolvimento na morte do animal, ressaltando que optou por permanecer em silêncio enquanto as investigações estavam em andamento.
O caso ganhou repercussão nacional em janeiro deste ano, quando o cão Orelha foi encontrado morto na Praia Brava, em Florianópolis. Durante a apuração, Igor chegou a ser citado como um dos suspeitos. No entanto, o Ministério Público de Santa Catarina arquivou a investigação em relação a ele ao concluir que não havia elementos para afirmar sua participação na morte do animal.
Na publicação, o jovem afirmou que decidiu se pronunciar apenas após o encerramento da investigação e declarou que pretende reconstruir sua imagem. Ele também disse esperar que a divulgação de sua versão contribua para esclarecer os fatos relacionados ao caso.
A morte do cão Orelha mobilizou manifestações e gerou ampla repercussão nas redes sociais, com pedidos de responsabilização dos envolvidos. O caso segue sendo um dos episódios de maior impacto envolvendo denúncias de maus-tratos a animais neste ano.
Com informações do Bnews