Armas de Bolsonaro têm data marcada para entrega à Polícia Federal

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As oito armas registradas no nome do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) serão entregues à Polícia Federal na próxima segunda-feira, 6. A informação foi confirmada pela defesa do ex-mandatário.

A decisão, anunciada pelos advogados, é um cumprimento da determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que ordenou a entrega dos objetos bélicos, assim como a apreensão do seu registro CAC (Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador).

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Veja a lista de armas de Bolsonaro que está sob a guarda da Polícia do Exército, de acordo com a defesa:

  • Pistola Taurus, calibre .380 Auto;
  • Pistola Taurus, calibre .40 S&W;
  • Pistola Glock, calibre 9×19 mm Parabellum;
  • Carabina/Fuzil Caracal, calibre 5,56×45 mm;
  • Pistola Caracal, calibre 9×19 mm Parabellum;
  • Carabina/Fuzil Springfield Armory, calibre 7,62×51 mm;
  • Espingarda Typhoon, calibre 12 GA;
  • Pistola Arex, calibre 9×19 mm Parabellum;
  • Pistola SIG Sauer, calibre 9×19 mm Parabellum;
  • Espingarda Maestro Arms Company, calibre 12 GA.

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Exceção na lista enviada ao ministro

Outros dois armamentos da marca “Caracal” já haviam sido entregues ao Tribunal de Contas da União (TCU), conforme informou os advogados. As entregas atenderam uma antiga determinação do magistrado.

Entenda a decisão do ministro Alexandre de Moraes

A decisão do ministro Alexandre de Moraes sobre as armas de Bolsonaro ocorre após a descoberta e apreensão de uma pistola Glock calibre 9 mm.

A arma foi encontrada em 15 de junho em um veículo conduzido por um militar que atua na segurança de Bolsonaro. O motorista afirmou que a arma pertencia ao ex-presidente e que havia sido retirada para a realização de um conserto. À época, o ex-presidente confirmou a informação.

Moraes decide manter Bolsonaro em prisão domiciliar

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu prorrogar a permanência do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em prisão domiciliar. A decisão foi dada na sexta-feira, 3.

A prorrogação da ‘prisão domiciliar humanitária’ atende ao pedido da defesa de Bolsonaro, que enfrenta problemas de saúde considerados delicados.

O político, que cumpre pena pela trama que tinha como objetivo executar um golpe de Estado após as eleições de 2022, está em casa desde março deste ano.



Fonte: A Tarde

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