Pablo nega acusação de calote e explica cancelamento de shows nos EUA

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Pablo se pronuncia após acusações de calote |  Foto: Reprodução/Instagram @pablo_oficial

O cantor Pablo emitiu um pronunciamento oficial para negar as acusações do empresário Adilson Alves Schuina de que faltou aos shows da nova turnê internacional nos Estados Unidos da América (EUA) e deixou uma dívida de cerca de meio milhão de dólares, o que equivale a mais de R$ 2,5 milhões.

Segundo o rei da sofrência, o real motivo para não fazer os shows foi um problema com a imigração dos EUA. Tanto o cantor Eduardo Costa, que faria a turnê ao lado dele, quanto vários membros da banda de Pablo tiveram os vistos negados pela embaixada norte-americana. Sem a documentação, eles não poderiam entrar no país.

“A equipe do artista estava com viagem programada para esta quarta-feira (30), às 12h. No entanto, durante o processo de imigração, profissionais fundamentais para a realização dos shows tiveram seus vistos negados, enquanto os passaportes de outros integrantes da equipe somente foram disponibilizados hoje“, diz a nota.

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A M&P Produções, escritório responsável pela administração da carreira de Pablo, também reforçou que não poderia intervir de outra maneira: “É importante esclarecer que a impossibilidade de realização das apresentações decorre de circunstâncias supervenientes e alheias à vontade do artista e de sua equipe”.

A reportagem do MASSA! entrou em contato com a assessoria de Pablo para obter detalhes sobre o ocorrido, que afirmou que a empresa de Schuina não foi transparente com o público para informar a situação do visto de Eduardo Costa e estaria querendo visibilidade a partir da exposição do cantor baiano.

Ao ser questionada sobre o valor pago pelo empresário antecipadamente, a assessoria afirmou que a quantia investida será devolvida.

O que diz a empresa contratante

A polêmica começou quando Adilson Schuina publicou um vídeo falando a versão dele sobre o caso nas redes sociais. De acordo com o empresário, metade do cachê de Pablo já foi depositado e mais de R$ 88 mil foram investidos em passagens executivas para o cantor e a esposa, gastos com petições e custos gerais.

“A empresa cumpriu integralmente com todas as suas obrigações contratuais antecipadas, efetuando o pagamento do adiantamento de cachê, emissão de vistos e compra das passagens aéreas para toda a equipe do artista. Apesar do total cumprimento do acordo por parte da contratante, fomos surpreendidos com o não embarque do cantor e de sua equipe para o evento”, aponta.



Fonte: A Massa

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