Lei determina inclusão do nome do piloto no livro oficial de homenagens
Quase 32 anos após sua morte, o ex-piloto Ayrton Senna recebeu um novo reconhecimento oficial no Brasil. Ele passou a integrar a lista de Heróis e Heroínas da Pátria, após a sanção da Lei 15.447/2026 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A medida determina que o nome do tricampeão mundial de Fórmula 1 seja inscrito no livro que reúne personalidades homenageadas pelo país, mantido no Panteão da Pátria, na Praça dos Três Poderes, em Brasília.
A homenagem foi proposta pelo senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP) por meio do Projeto de Lei 789/2024. A iniciativa avançou no Senado com parecer favorável do senador Jorge Kajuru (PSB-GO) e acabou aprovada em decisão terminativa pela Comissão de Esporte, em maio, sem passar por votação no Plenário.
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O reconhecimento acontece em razão da trajetória de Senna dentro e fora das pistas. Ao longo da carreira, o brasileiro conquistou os títulos mundiais de 1988, 1990 e 1991, além de vencer 41 corridas da categoria. Ele morreu em 1º de maio de 1994, aos 34 anos, após sofrer um acidente durante o Grande Prêmio de San Marino, em Ímola, na Itália.
Entenda o que significa o título de Herói da Pátria
Criada em 1992, a homenagem é concedida a personalidades que tiveram atuação considerada relevante na defesa ou na construção do país. Os nomes escolhidos passam a ser registrados em um livro mantido no Panteão da Pátria, espaço dedicado à memória de figuras históricas brasileiras.
Em 2023, o ex-piloto já havia recebido outro reconhecimento nacional ao ser declarado Patrono do Esporte Brasileiro. Com a nova homenagem, Ayrton Senna passa a integrar oficialmente a lista de personalidades reconhecidas como símbolos da história do país.