Carnaval da Bahia terá ações de combate ao racismo

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Dez cidades da Bahia receberão o trabalho de conscientização da Sepromi |  Foto: Erlon Sousa/Sepromi

A Secretaria de Promoção da Igualdade Racial e dos Povos e Comunidades Tradicionais da Bahia (Sepromi) reforçará as ações de combate ao racismo dentro e fora dos circuitos do Carnaval da Bahia. O trabalho vai servir de acolhimento às vítimas, formação antirracista, monitoramento de ocorrências e valorização da cultura afro-brasileira, tanto na capital quanto no interior do estado.

Segundo a secretária Ângela Guimarães, o aumento dos casos de racismo exige uma resposta firme do poder público. “Essas situações não podem ser tratadas como algo normal. No Carnaval, quando os casos tendem a crescer, a atuação do Estado se torna ainda mais necessária”, afirmou.

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Pontos de atendimento

Durante o Carnaval 2026, a Sepromi vai manter postos fixos de atendimento em pontos estratégicos de Salvador, como a Praça Municipal, Avenida Sete, Avenida Carlos Gomes e Ondina. Também haverá uma unidade móvel do Centro de Referência Nelson Mandela em frente ao Colégio ISBA, oferecendo acolhimento e encaminhamento às vítimas.

As ações também chegam ao interior da Bahia. Dez municípios, entre eles Porto Seguro, Santa Cruz Cabrália, Maragogipe, Rio de Contas e Vera Cruz, contarão com equipes volantes para atendimento e orientação durante o período carnavalesco.

Haverá postos fixos nos circuitos de Salvador

Haverá postos fixos nos circuitos de Salvador | Foto: Erlon Sousa/Sepromi

Servidores preparados

Outro foco da secretaria é a formação antirracista. Estão previstas capacitações para policiais civis, profissionais de saúde, agentes de turismo, catadores de recicláveis e equipes de camarotes. A Sepromi também reforça a divulgação da Lei nº 14.532/2023, que equipara a injúria racial ao crime de racismo.

A secretaria ainda atua no monitoramento dos dados sobre racismo, integrando informações ao Observatório Municipal, com o objetivo de aprimorar as políticas públicas de promoção da igualdade racial.

Como denunciar casos de racismo

Casos de racismo podem ser denunciados pelo WhatsApp do Centro de Referência Nelson Mandela, no número (71) 3117-7448, além da Delegacia Especializada de Combate aos Crimes de Racismo e Intolerância Religiosa (DECRIN) e da Ouvidoria Geral do Estado.

Fonte: A Massa

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