Varejista deve apresentar um plano de reestruturação
O Grupo Casas Bahia entrou com um pedido de recuperação judicial na 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Foro Central Cível de São Paulo, neste domingo (16), tentando renegociar cerca de R$ 17,3 bilhões em dívidas.
Na última sexta-feira (14), diversas unidades das lojas amanheceram de portas fechadas, contando com um aviso indicando anunciando que seria encerrado a partir daquele dia.
Casas Bahia – Shopping Paralela
Última tentativa?
Segundo o comunicado publicado pelo site oficial da empresa, como o pedido de recuperação judicial foi aceito, a diretoria resolveu marcar uma reunião urgente com os acionistas, com objetivo de confirmar oficialmente a decisão de entrar na justiça, que precisou ser feita às pressas.
Esse processo legal serve para que a empresa endividada consiga um prazo para continuar operando enquanto negocia com seus credores, sob mediação da Justiça.
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A lei exige que a empresa apresente um plano de reestruturação, que precisa ser aprovado pelos credores. Essa ação é utilizada, principalmente, como recurso para evitar a falência e recuperar a empresa.
A corporação da Casas Bahia é uma das maiores varejistas do Brasil e controla marcas como Casas Bahia, Ponto, Extra e a fabricante de móveis Bartira.