Jair Ventura explica que “situação recorrente” causou virada

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Com time alternativo, o Vitória perdeu para o Botafogo-PB por 2 a 1, no Barradão, pela estreia da Copa do Nordeste. Após o revés — terceiro dentro de casa na temporada —, o treinador Jair Ventura concedeu entrevista coletiva.

O técnico analisou o momento em que o time ficou “nervoso” — logo após o gol de empate marcado pelo Belo em Salvador. De acordo com ele, o Rubro-Negro tinha o controle do jogo e, mesmo parecendo que “a qualquer momento” o time faria o segundo gol, o Botafogo chegou a dois gols-relâmpagos logo após o jogo ser reiniciado.

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“A gente estava um jogo de controle, o gol cedo, que a gente imaginaria ter mais tranquilidade durante o jogo, parecia estar controlado que qualquer momento iriam fazer o segundo, o terceiro, a equipe deles praticamente não passava do meio de campo, tiveram uma transição com o Rodolfo, e aí na volta da parada nós também tivemos dois erros ali em uma saída de bola, a gente toma a virada. Ficamos um pouco nervosos. Uma situação que é recorrente, que a gente cobra bastante internamente, é o gol sobre gol”, disse.

Com o jogo do Grêmio aconteceu a mesma coisa, a gente desligou depois do erro. E aí depois eles jogaram no resultado, mais que justo, eles estavam vencendo o jogo.

Jair Ventura

“E a gente teve um planejamento desse jogo hoje de poupar todos os atletas que iniciaram a partida para o Mirassol. Por que poupar todos os atletas? Porque a gente vinha numa sequência de 15 dias, 5 jogos. Ou seja, a cada três dias o nosso time jogou numa sequência ininterrupta. Então a fisiologia pediu para que a gente poupasse esses atletas, por isso a gente veio com 100% do time mexido, oportunizamos 5 meninos da base”, completou.

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Osvaldo e jogadores da base

Osvaldo em campo pelo Vitória | Foto: Victor Ferreira | ECVitória

Com um time bastante modificado, o Vitória entrou em campo com Osvaldo atuando como centroavante. Com Kayzer poupado e sem Renzo López à disposição, o treinador analisou a partida do experiente atacante e dos jovens que tiveram a chance de estar em campo.

“O Osvaldo, a gente sabe que não é a dele, fez o gol, ajudou o jogador lúcido, deu a experiência, foi até onde conseguiu, saiu com o câimbra ali, mas com certeza, se a gente tem mais opções para a nove, acabou. Juan, acabaram fazendo a estreia dele com o profissional, o Wendel não tinha jogado, o Breno não tinha jogado comigo, jogou com o Rodrigo, então cinco meninos, o Pablo, cinco meninos da base tendo a oportunidade de vivenciar, isso vai ser bom para eles, não pelo resultado, porque o resultado foi péssimo, mas para que eles possam ganhar casca”, completou.



Fonte: A Tarde

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