Marinho exalta Arcanjo e projeta Ba-Vi “sem favoritismo” na final

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A bola que levou o Barradão à loucura saiu dos pés de Marinho no pênalti que consagrou a classificação do Vitória para a final do Baianão em cima da Jacuipense. O autor da última cobrança, no entanto, vê outro herói para a disputa – o goleiro Lucas Arcanjo.

Responsável pela última cobrança na disputa de pênaltis neste domingo, 1º, no Barradão, Marinho fez questão de dividir os méritos da vaga com o goleiro Lucas Arcanjo, que defendeu duas cobranças e foi determinante para o 4 a 2 após o empate em 1 a 1 no tempo normal.

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“Eu sempre falo que a gente lembra do cara que fecha nas cobranças. Eu tive a felicidade, mas quero parabenizar o Arcanjo, porque ele foi o cara que teve mais mérito do que eu. Ele defendeu duas cobranças. É o cara que a gente tem que agradecer muito”, afirmou.

Recuperação

Marinho já havia desperdiçado um pênalti na competição, contra o Galícia, e revelou que a pressão existe, mas que o momento pedia simplicidade.

“É ruim quando a gente perde, porque traz uma pressão desnecessária. Mas tudo é momento. Não era momento de inventar nada. Era momento de fazer o que eu venho treinando”, disse.

O atacante também comentou, em tom descontraído, sobre a expectativa em torno de sua tradicional comemoração acrobática após gols decisivos, mas reforçou que o foco era exclusivamente converter a cobrança.

Sequência de Ba-Vis

Classificado, o Vitória agora terá uma sequência de clássicos contra o Bahia, primeiro pela final do Baianão, em jogo único na Arena Fonte Nova, e depois pelo Campeonato Brasileiro.

Marinho evitou antecipar qualquer pensamento na competição nacional e destacou que o grupo está concentrado exclusivamente na decisão estadual.

“Não tem como pensar em Brasileiro sem antes decidir a final. É um jogo sem favoritismo. Final é tudo que o jogador espera. A gente precisa trabalhar muito na semana para fazer um grande jogo”, afirmou.

O atacante também reconheceu o desafio extra de atuar na Fonte Nova, onde o Vitória não vence o Bahia há seis anos.

“São seis anos, mas é um clássico que não existe favoritismo. É 50 a 50. A gente vai trabalhar para quebrar esse tabu e buscar o título“, declarou.

Com a classificação construída com um jogador a menos durante grande parte da semifinal, o Vitória chega à decisão embalado pela superação, buscando fazer o mesmo no próximo domingo, 8.



Fonte: A Tarde

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