A pesquisa também mostra estabilidade na avaliação do governo. A aprovação da gestão Lula ficou em 48%, mesmo índice da desaprovação. A rejeição ao presidente oscilou de 47% para 49%, enquanto a de Flávio passou de 52% para 51%, dentro da margem de erro.
O levantamento foi feito entre 26 e 28 de junho, em meio à repercussão do caso Master envolvendo Jaques Wagner, do PT, e ao vídeo de Michelle Bolsonaro que expôs tensões no campo bolsonarista. Ainda assim, os números indicam pouca oscilação no cenário presidencial.
Na tentativa de reduzir desgaste com o eleitorado feminino, Flávio publicou uma entrevista de Daniella Marques, ex-presidente da Caixa e integrante de sua pré-campanha. Na postagem, escreveu que “as mulheres terão um papel fundamental na reconstrução do Brasil”. A movimentação aumentou especulações sobre o papel de Daniella em eventual governo, especialmente na área econômica.
Outro tema no radar da direita é a situação jurídica de Jair Bolsonaro. O ministro Alexandre de Moraes, do STF, deve decidir se prorroga a prisão domiciliar temporária do ex-presidente. A defesa afirma que ele “nunca foi comunicado sobre eventual cassação do registro da arma ou mesmo de início do processo administrativo necessário para tanto” e que, portanto, “a manutenção da arma era legítima”.
A pesquisa ouviu 2.009 eleitores com 16 anos ou mais. O nível de confiança é de 95%, e o registro no TSE é BR-08521/2026.