Em meio a um julgamento contra o automobilista Joey Mawson, que correu com Mick Schumacher, filho de Michael Schumacher, um advogado deu detalhes sobre como está o ex-piloto da Fórmula 1, que sofreu um grave acidente de esqui em dezembro de 2013, nos Alpes Franceses, que resultou em lesões cerebrais severas.
Atualmente, o heptacampeão mundial de Fórmula 1 vive recluso em sua mansão na Suíça, sob cuidados médicos intensivos e com seu estado de saúde mantido sob estrito sigilo pela família. De acordo com o advogado, o trabalho da enfermeira, que não teve o nome divulgado, era “extremamente exigente, tanto física quanto emocionalmente”.
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“Somado a isso, há a cultura do silêncio que envolve essa família. Isso é compreensível, mas, para os funcionários, que nem sequer podiam falar com os amigos sobre o dia a dia, a pressão era enorme. Digo isso porque mostra o quão séria e apaixonadamente ela executou seu trabalho. Ela foi encarregada das tarefas mais difíceis”, disse ele.
O advogado ainda declarou que ela assumia o trabalho quando era necessário e cumpria suas funções. “Esta não é uma profissão comum. Existem inúmeros artigos sobre o que acontece nesta casa e como o campeão [Schumacher] está indo. Era uma enorme pressão, que ela dominava perfeitamente e era impecável. A própria família Schumacher diz que o trabalho dela era perfeito.”
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Entenda o processo
Segundo a acusação sustentada pelo advogado no julgamento, a enfermeira foi estuprada por Joey Mawson, amigo do filho de Michael Schumacher, após se juntar para beber em um dos cômodos de lazer da casa do ex-piloto. A enfermeira passou mal e foi levada para descansar em um dos quartos para os funcionários.
O piloto e um fisioterapeuta teriam ajudado a colocá-la na cama. Pouco tempo depois, o acusado teria voltado ao quarto sozinho para cometer o crime enquanto a mulher estava inconsciente.
A vítima teria acordado no dia seguinte sem lembranças claras do que teria acontecido. No entanto, ao perceber indícios físicos de violação, ela teria entrado em contato com o piloto para confrontá-lo.
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A promotoria do caso afirma que o acusado frequentava a casa do heptacampeão para evitar longas viagens à Austrália durante o período de competições na Europa. Na época, ele tentava subir para as categorias mais altas do automobilismo, mas foi suspenso por doping.
A denúncia foi registrada somente em janeiro de 2022, quando a enfermeira foi demitida pela família de Schumacher. No entanto, nenhum parente da lenda da Fórmula 1 estava presente no momento do crime.
As informações são dos jornais britânicos Daily Express e The Sun.